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Elleonora

Era uma vez um blog, que começou não sei bem como.

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O dia em que deixei o telemóvel no Museu do Louvre

04.12.17 | Elleonora

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Hoje ao ver algumas fotos da viagem a Paris este ano, lembrei-me de uma aventura passada no Museu do Louvre, dei por mim a rir-me sozinha e a achar que tinha sido uma bela cabeça no ar e com bastante sorte, quando digo bastante sorte, acreditem que é mesmo verdade. Foi muuuuiiiiiita sorte!

Então, estamos em Março deste ano a passear por Paris e, penso que foi no segundo dia que decidimos voltar a visitar o Museu do Louvre. Já tínhamos visitado na viagem anterior, mas como gostamos tanto e não conseguimos ver tudo, voltamos para dar mais uma voltinha. Durante a visita vimos coisas novas, coisas que já tínhamos visto e até aquelas que já tínhamos visto mas que olhando uma segunda vez descobrimos sempre outras coisas que não vimos na primeira. Andamos, andamos e andamos, por aqui e acolá dentro daquela gigantesca construção recheada de obras de arte.

Entretanto dentro do museu existe uma espécie de pátio, coberto, que tem algumas árvores e esculturas, como gostei tanto decidi voltar e tirar umas bonitas fotos com a minha máquina instax mini 70 da Fujifilm. Todos contentes continuamos o passeio. Viemos embora e ao entrar no metro o meu namorado recebe uma chamada do meu irmão a dizer que eu tinha perdido o telemóvel. Sinceramente, achei aquela conversa uma bela de uma brincadeira, à qual respondi que eles estavam tolinhos pois, obviamente, eu tinha o telemóvel comigo. Mas, decidi confirmar e quando abro a mala e vejo que o telemóvel realmente tinha desaparecido, ge-lei! Não queria acreditar no que estava a acontecer. 

E perguntam, mas então como o teu irmão, que nem sequer estava contigo, sabia que tinhas perdido o telemóvel? Aí é que está a parte da sorte. É que quem encontrou o telemóvel no museu (foi um funcionário do museu a quem fiquei eternamente agradecida) decidiu ligar para o último numero que eu tinha no registo, sorte a minha que era o meu irmão e que a minha cunhada sabia falar francês! 

Voltamos então a correr para o museu e passado algum (bastante) tempo a tentar descobrir quem era a pessoa que tinha o meu telemóvel e nem sequer sabia quem eu era, e eu nem sequer sabia quem a pessoa era, lá conseguimos. Foi só confirmar que o telemóvel era meu e "viveram felizes para sempre".

O mais engraçado (é engraçado porque já passou muito tempo e porque tenho o telemóvel) é que quando andávamos no museu, de balcão em balcão, a explicar o que tinha acontecido para ver se alguém era "o homem", todas as pessoas ficavam com aquela cara do tipo: esta miúda está parva, acha mesmo que vai encontrar o telemóvel que perdeu num museu gigantesco, cheio de pessoas de todo o mundo? Mas encontrei, ok!

 

Conselho de amiga: nunca tentem perder o telemóvel no Museu do Louvre, pois a probabilidade de o encontrarem é quase nenhuma, visto que o museu é GI-GAN-TE e cheio de pessoas dos quatro cantos do mundo. Ou, mesmo que encontrem vão ter uma trabalheira e algumas horas perdidas como eu, e não esquecer do quão gozados vão ser.

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